Olho para este complexo nome, post-exertional malaise* e indago-me, sempre, quando devo saber quando parar se me sinto bem. Me sentindo assim, quero gozar em plenitude, o gosto de experimentar a vida tal como um uma fruta madura; como um ser humano comum que senta em uma praça e observa a paisagem...
Sempre me pergunto se algum dia serei capaz de identificar a tênue linha que há entre o bem de agora e o mal que mora no após. Hoje, pode ser uma ida à feira. Amanhã, uma pequena limpeza na casa ou mesmo, apenas a visita de um amigo.
Vida, conceda-me a régua necessária para que junto ao meu senso, eu equacione adequadamente o quanto posso ser eu mesmo sem medo do amanhã e do depois.
*https://me-pedia.org/wiki/Post-exertional_malaise
Sempre me pergunto se algum dia serei capaz de identificar a tênue linha que há entre o bem de agora e o mal que mora no após. Hoje, pode ser uma ida à feira. Amanhã, uma pequena limpeza na casa ou mesmo, apenas a visita de um amigo.
Vida, conceda-me a régua necessária para que junto ao meu senso, eu equacione adequadamente o quanto posso ser eu mesmo sem medo do amanhã e do depois.
*https://me-pedia.org/wiki/Post-exertional_malaise

Esta é nossa maior angústia, porque o resultado de ultrapassar nossos limites invisíveis é terrível! Pior ainda é quando você sente que está no limite, mas tem compromissos importantes.
ResponderExcluirComo justificar para as outras pessoas :
" Não vou porque senão daqui a 24 ou 48 horas vou estar muito mal?"
Quem além de nós mesmos é capaz de compreender a loucura que é esta doença?
Parabéns Vitória ! Por compartilhar conosco seus problemas, nos fazendo acreditar que vale a pena viver.
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